Editora Fiocruz lança títulos em diversas áreas de conhecimento

Editora lança diversos títulos do fim de 2015 e início de 2016

Em 12/01/2016 13:36
Atualizado em 13/01/2016 12:01

Notícia por ABEU

Editora Fiocruz lança títulos em diversas áreas de conhecimento

A Editora Fiocruz começou o ano com lançamentos que perpassam diversas áreas do conhecimento. Uma de suas publicações é “Crianças, Adolescentes e Crack: desafios para o cuidado” organizado por Simone Gonçalves de Assis, coordenadora executiva e pesquisadora do Departamento de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli da Ensp/Fiocruz. O livro aborda o consumo do Crack por crianças e adolescentes e as consequências que sofrem devido ao uso da substância por pais ou responsáveis. Os dez capítulos que compõem a obra são baseados em resultados de duas pesquisas realizadas pela Fundação Oswaldo Cruz.

Outra publicação, desta vez mais voltada para a análise social, “Deserdados Sociais: condições de vida e saúde dos presos do estado do Rio de Janeiro” foi organizado por Maria Cecília de Souza Minayo e Patricia Constantino com o intuito de discutir sobre as desigualdades, as iniquidades e a violência social enraizadas na realidade brasileira e expressas na situação de encarceramento. A questão da saúde é analisada em conjunto com o contexto social dos presos e as condições ambientais com as quais convivem. Para compreender o funcionamento do sistema prisional do Rio de Janeiro os autores se utilizam de entrevistas, pesquisas, avaliações e observações coletadas.

“Dicionário Feminino da Infâmia: acolhimento e diagnóstico de mulheres em situação de violência” é uma publicação organizada por Elizabeth Maria Fleury-Teixeira e Stela Nazareth Meneghel e traz um amplo panorama dos conceitos recorrentes na pauta feminista e das mulheres. Além disso, apresenta temas e significados em sua dimensão histórica, política e social.

Outro título publicado pela Editora Fiocruz é “Medicalização em Psiquiatria” da Coleção Temas em Saúde. Os autores Fernando Ferreira Pinto de Freitas e Paulo Amarante discutem a problemática da medicalização, sobretudo no que se refere ao sofrimento psíquico. Eles destacam o fato de que experiências comuns e naturais da nossa existência têm sido consideradas passíveis de serem 'tratadas' e 'resolvidas' com medicamentos.


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