Quatro novos livros chegam pela Editora Unesp

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Em 05/03/2018 17:28
Atualizado em 05/03/2018 19:14

Notícia por ABEU

Quatro novos livros chegam pela Editora Unesp

A Editora Unesp expandiu seu catálogo nas últimas semanas, dessa vez com o lançamento de quatro novos títulos: "Autobiografia: uma vida política", organizado por Alberto Papuzzi; "Introdução à Sociologia da Música: doze preleções teóricas", de Theodor W. Adorno; "Símbolos que representam a si mesmos", de Roy Wagner; e "A fábula das abelhas: ou vícios privados, benefícios públicos", de Bernard Mandeville.

No livro organizado por Alberto Papuzzi, são apresentados documentos do acervo pessoal do pensador italiano ao lado de escritos originais, além dos comentários do organizador da obra. Através do livro, os leitores são levados aos principais acontecimentos do século XX que, juntamente aos documentos de Bobbio, exibem a formação do pensamento italiano moldado por sua experiência com o fascismo.

Resultado de um conjunto de conferências ministradas pelo filósofo alemão, "Introdução à Sociologia da Música" ganha sua segunda edição revista, integrante da Coleção Adorno, idealizada pela Editora Unesp. Nesta obra, Adorno expõe seu modo de reflexão a respeito das articulações entre arte, história e sociedade de modo a encontrar a “sociedade inconsciente de si mesma” em fenômenos aparentemente contingentes, como a formação do público ouvinte de ópera ou o culto contemporâneo à figura do maestro.

Em "Símbolos que representam a si mesmos", Roy Wagner fala sobre a criação do significado, examinando as qualidades não referenciais dos símbolos. Ao longo dos seus sete capítulos, o autor discute os símbolos como sendo o resultado mais imediato e discreto na relação entre pesquisador e seu campo, fortemente ligado à linguagem.

Já em seu último lançamento, o autor Bernard Mandeville satiriza os vícios privados e sua extensão ao público, considerando que a insensibilidade geral é condizente com o interesse supremo do Estado e, consequentemente, da ordem pública. Em tom de fábula, Mandeville passeia pela questão dos defeitos e corrupções apontados em diversas profissões para, a seguir, examinar de que forma esses “vícios, de cada pessoa em particular, por uma hábil destreza, são postos a serviço da grandiosidade e da felicidade mundana de todos”.

Fonte: Pluricom Informa


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