Editora Unesp anuncia livros selecionados no programa PROPG-FEU

Os sete títulos já estão disponíveis para download

Em 08/01/2018 16:10
Atualizado em 08/01/2018 17:39

Notícia por ABEU

Editora Unesp anuncia livros selecionados no programa PROPG-FEU

Foram anunciados os títulos aprovados no Programa de Edição de Textos de Docentes da Unesp, realizado pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG) e pela Fundação Editora da Unesp (FEU), que recebe originais de autoria individual ou coletiva. 

Após serem submetidos ao Conselho Editorial Acadêmico (CEAc) da Editora Unesp para classificação final, sete títulos inscritos no programa em 2017 foram aprovados. Eles foram:

Governança multi-escalar dos recursos hídricos transfronteiriços na Amazônia, de Fernanda Mello Sant'Anna 

Nesta obra foram analisadas instituições como a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e as relações entre os estados que compartilham as Bacias do rio Acre e do rio Napo, e buscou-se compreender o arcabouço institucional para gestão dos recursos hídricos na Bolívia, no Brasil, no Equador e no Peru, países que compartilham essas duas bacias.

Própolis e geoprópolis: Uma herança das abelhas, de José Maurício Sforcin

Neste livro são apresentadas novas investigações sobre o potencial biológico de dois importantes produtos dessa indústria: a própolis e a geoprópolis. A própolis é um material resinoso, produzido por abelhas africanizadas e por abelhas sem ferrão (meliponíneos) e apresenta inúmeras propriedades biológicas. A geoprópolis é produzida por abelhas indígenas ou sem ferrão e é ainda pouco conhecida pela comunidade geral. 

Retalhos de experiências modernas: história, culturas e cidades no interior Paulista – Primeira República, organizado por Humberto Perinelli Neto  

Este livro reúne textos dedicados a compreender experiências sociais provocadas pela modernização levada pela economia cafeeira às cidades do interior paulista, durante a Primeira República.

"Por que aprender isso, professora?" Sentido pessoal e atividade de estudo na psicologia histórico-cultural, de Flávia da Silva Ferreira Asbahr   

Este livro aponta alguns caminhos da pesquisa sobre como crianças entendem e vivenciam sua história escolar e quais os sentidos que atribuem à atividade de estudar. Tendo a Psicologia Histórico-Cultural como referência teórica e larga experiência em projetos da rede de educação pública e privada, Flávia da Silva Ferreira Asbahr desenvolve o trabalho em duas frentes: uma investigação bibliográfica conceitual e uma investigação empírica, realizada em escola pública municipal da cidade de São Paulo.

Bilac vivo: ensaios, de Álvaro Santos Simões Junior  

Neste livro, estão reunidos ensaios que contemplam várias facetas da múltipla atuação pública de Olavo Bilac e põem em relevo algumas de suas intervenções em favor da liberdade de imprensa, da democracia, do saneamento e da modernização urbanística do Rio de Janeiro, do serviço militar obrigatório (no contexto da Primeira Guerra Mundial) e do ensino (básico) universal, público, gratuito e de qualidade. 

Arquimedes, Pappus, Descartes e Polya: quatro episódios da história da Heurística, de Inocêncio Fernandes Balieiro Filho

Este livro discute os indícios heurísticos presentes nas obras "O método", do pensador grego Arquimedes de Siracusa (287 a.C-212 a.C.); "A coleção matemática", do matemático helenístico Pappus de Alexandria (c.290-c.350 d.C.); e "Regras para a direção do espírito", do filósofo francês René Descartes (1596-1650). A partir dessa discussão, Balieiro Filho estabelece relações com a sistematização da atividade heurística apresentada nas obras "A arte de resolver problemas" e "Matemática e raciocínio plausível", do matemático húngaro George Polya (1887-1985).

De quem é esse corpo? A performatividade do gênero feminino no teatro contemporâneo, de Lúcia Regina Vieira Romano

Esta obra analisa a criação teatral contemporânea das mulheres e questiona a caracterização dessa produção a partir do recorte de gênero feminino. A partir dos termos teatro feminino, teatro da mulher e teatro feminista, Lúcia Romano aponta as implicações deles na crítica e na prática teatrais, na cena nacional e internacional, e a necessidade de revisão dessa terminologia. A autora ressalta a atual multiplicidade de estratégias e poéticas particulares do teatro feito por mulheres, em especial nas atuações de algumas performers, das atrizes criadoras integrantes do Odin Teatret e da rede internacional Magdalena Project. 

Fonte: Pluricom Informa


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