Voz do Técnico — Entrevista com o Secretário Executivo da ABEU, Rubens Mandelli

Entre outras coisas, Mandelli comentou sobre a homenagem recebida durante a cerimônia de entrega do Prêmio ABEU 2016

Em 28/11/2016 10:51
Atualizado em 28/11/2016 16:02

Entrevista por ABEU

Voz do Técnico — Entrevista com o Secretário Executivo da ABEU, Rubens Mandelli

Essa semana, a coluna A Voz do Técnico é especial. Entrevistamos um professional que há 10 anos faz parte da Associação Brasileira das Editoras Universitárias: nosso Secretário Executivo, Rubens Mendelli. Após ter passado por 5 diferentes gestões da ABEU, Rubens foi devidamente homenageado durante  a cerimônia de entrega do Prêmio ABEU 2016 por seu comprometimento ao setor do livro universitário. Responsável por grande parte da gerência administrativa da Associação e pelo contato direto com as editoras parceiras, Rubens certamente é o integrante da diretoria que está mais próximo dos associados. Com graduação em Letras pela Fundação Santo André e especialização em Língua Portuguesa pela PUC-São Paulo, Rubens possui também habilitação em Teatro pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. A seguir ele comenta sobre sua trajetória na ABEU e suas motivações para continuar ajudando a promover o trabalho acadêmico e científico das editoras universitárias.

1) Você atua como Secretário Executivo já há 10 anos, sempre mostrando dedicação ao setor editorial universitário. Foi esse comprometimento que rendeu uma homenagem por parte da diretoria da Associação durante a entrega do Prêmio ABEU 2016. O que significou este reconhecimento?

Receber a homenagem durante a entrega do Prêmio ABEU foi uma emoção muito grande. Além do reconhecimento pelo meu trabalho, foi uma demonstração ímpar de carinho. Nesses dez anos de ABEU, sempre busquei mais do que a eficiência profissional. Acredito que boas relações se estabelecem com companheirismo, com o entendimento do outro, com dedicação e alegria. É muito gostoso perceber que não caminhamos sozinhos. E esse espírito é tão marcante na ABEU que transparece para quem participa de nossos eventos. No próprio Prêmio ABEU, eu, lá do fundo do auditório, pensava: apesar de “acadêmicos”, somos calorosos, fraternos. E aí veio a homenagem feita a mim. Foi inesperado e emocionante. Me fizeram chorar em público (risos). Mas é isso que me faz acreditar na ABEU: seriedade, comprometimento e emoção.

2) Dentro da ABEU, você é o principal responsável pelo contato e relacionamento com as mais de 100 editoras associadas, além de reunir as principais funções administrativas relacionadas à Associação. Pode explicar um pouco sobre como é este trabalho de dar o devido apoio a tantas editoras parceiras, sempre na busca de maior integração entre todas?

Acho que o principal desafio é compreender as editoras e as necessidades de cada uma, sem deixar de lado o entendimento do que é o coletivo. E é surpreendente perceber como temos gente disposta a trabalhar pelo grupo. Recebo diversas demandas que, sem a cooperação das editoras, não encontraria solução. Acabo sendo um articulador entre as associadas. Juntos, encontramos saídas para participar de eventos, para organizar reuniões, para discutir problemas e buscar soluções para eles. Então não trabalho sozinho.

3) Por fim, o que mais você que pode construir junto à ABEU?

A ABEU vai completar 30 anos em 2017. É uma associação pequena em números, mas que tem mostrado a sua cara, feito uma grande diferença nas discussões sobre o livro e o fazer editorial. Faço parte dessa história, acompanhando meus diretores em tomadas de decisões, sugerindo ações. Há ainda muito a fazer. Sempre há. Terminamos um evento e já pensamos no seguinte, com novas expectativas. Encerramos uma reunião já com pauta para a próxima. Nesses desafios, vejo-me como o elemento de constância (afinal, dez anos são dez anos), que vem acompanhando diversas diretorias, capaz de enxergar pontos sensíveis e de dar segurança aos dirigentes da Associação.


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