A Voz da Nossa História

Luís Antônio Torelli, presidente da CBL, fala do papel da ABEU para o mercado livreiro

Em 29/05/2017 13:34
Atualizado em 29/05/2017 20:57

Entrevista por ABEU

A Voz da Nossa História

Desta vez, a coluna A Voz da Nossa História não entrevistou alguém que atuou dentro da ABEU, mas sim uma personalidade que acompanhou sua evolução de fora, como parceiro: Luís Antônio Torelli, atual presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL). Ao partilhar das mesmas ideias da nossa Associação a respeito do mercado livreiro e da difusão da leitura, Torelli traz sua perspectiva como um profissional que apoia os movimentos e ações de entidades congêneres. Deste modo, em nossa conversa ele comenta como acredita que a ABEU fortalece o mercado editorial e fala a respeito das estratégias que podem ser realizadas em conjunto com a CBL em prol do livro, no Brasil. Confira a entrevista completa abaixo: 


1.Enquanto representante de uma entidade que promove o livro e a leitura em todo o Brasil, como o senhor avalia o papel da ABEU neste cenário, uma vez que nossa Associação atua com objetivos semelhantes, só que mais voltada para o livro universitário?

As duas entidades têm um excelente relacionamento. Estamos unidos para dar continuidade ao alinhamento de atuação e apoio conjunto em assuntos de interesse do mercado livreiro.  

A ABEU é muito importante para o seu segmento no mercado. Juntos unimos esforços para debater o equilíbrio do mercado e sobre os projetos em defesa do conceito do livro, leitura, literatura e bibliotecas. 


2. A ABEU é uma das muitas entidades parceiras da CBL, e ambas já atuam conjuntamente há bastante tempo. Que mecanismos, estratégias e ações o senhor acredita que ambas podem vir a utilizar, e já utilizaram, unidas, para fortalecer o mercado editorial, apoiar os profissionais e todos que vivem do livro no Brasil?

Temos tomadas de decisões conjuntas nas questões que envolvem o mercado editorial. Acompanhamos ativamente os projetos que estão na câmara e no senado, como: a Lei do Preço Fixo (PLS 49/15), o PNLE (Política Nacional de Leitura e Escrita - PL 5270/16), o PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola),  a Lei do Direito autoral, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI - Livro Acessível), o Fundo Nacional Pró-Leitura, a Política Nacional em Defesa do Livro, da Leitura e  da Biblioteca, entre outros projetos.


3. Pela proximidade e parceria que mantém com a ABEU, o senhor deve ter acompanhado os avanços das editoras universitárias nos últimos 30 anos, o que trouxe uma maior inserção destas no setor livreiro. Quais aspectos positivos dessa evolução o senhor destacaria?

É reconhecido o crescimento da ABEU, dos autores de livros universitários e o excelente conteúdo do material publicado. Isso resulta em livros de altíssima qualidade e que a ABEU tem um papel fundamental na sua divulgação e distribuição. Através das ações e esforços da entidade,  observamos o crescimento e reconhecimento da Associação.


4. Por fim, o que o senhor imagina para o futuro da ABEU?

Desejo sucesso. A ABEU foi pioneira em trazer a discussão do livro universitário para o mercado. Espero mantermos as parcerias para ações institucionais e políticas em prol do segmento e ações para dar continuidade e promover o livro e a leitura. 


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