Truffaut, o homem que amava o cinema

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R$22,00

SINOPSE

A autoria não se apresenta de forma imperiosa. François Truffaut (1932-1984) queria dizer, ao utilizar o termo "diretor-autor", referindo-se à autoria, que o cineasta era um artesão da imagem e da palavra, semelhante ao romancista. Não se tratava de uma autoria analítica e, muito menos, semiótica, e sim de uma relação entre algo "sentido" através da expressão do filme - expressão umbilicalmente presa ao seu autor - e o "sentido" desse filme para Truffaut. Apenas o resultado fílmico - apesar de ser um forte indício - não poderia sustentar a tese da autoria cinematográfica. O filme autoral é uma "expressão", uma mise-en-scène, uma "aporia". Autoria não é um conceito universal, porque, como diz Morin sobre o fotogênico, é o duplo da imagem ou uma imagem mental de uma imagem material. Truffaut podia até achar um filme ruim, mas se solidarizava com seu autor. Esta é a proposta deste livro despretensioso: falar de um certo imaginário autoral em Truffaut - o cineasta do cotidiano e uma das principais referências da Nouvelle Vague.

Informações adicionais

  • Peso: 0,40 Kg
  • Dimensões do produto
    • Comprimento: 23,00 cm
    • Altura: 2,00 cm
    • Largura: 18,00 cm