Persona Poética e Autor Empírico: Na Poesia Amorosa Romana

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SINOPSE

Em toda forma de expressão artística – teatro, música, pintura etc. –, o autor se manifesta por meio da obra. E crítica e público, procurando desvendar o que a obra diz sobre seu autor, tentam reconstituí-lo. Em literatura não é diferente: o que um texto nos revela sobre quem o escreve? O que é legítimo deduzir a respeito de um autor, com base no que enuncia o eu poético? Não há fronteiras claras entre essas duas instâncias, e as tentativas de construção do autor empírico, de carne e osso, de suas características pessoais, a partir do que seus escritos manifestam, geram controvérsias.

Modernamente, o exemplo mais acabado dessa situação é Fernando Pessoa. Porém tal indistinção não é novidade. Já na Antiguidade clássica atribuíam-se aos autores características e sentimentos manifestados nas obras. Até que ponto os autores da época revelavam- se (ou escondiam-se?) em seus escritos? É a essa discussão, central nos estudos clássicos, que Persona Poética e Autor Empírico na Poesia Amorosa Romana vem dar sua contribuição.

O latinista Paulo Sérgio de Vasconcellos examina vários gêneros de textos clássicos, concentrando-se na poesia de Catulo e dos elegíacos, mas passando também pela retórica e pela filosofia, por Sêneca e por Plínio, o Jovem. Articulando conceitos de literatura,  crítica literária e filosofia, busca esclarecer como se constrói o jogo de ocultamento e revelação do eu empírico na elaboração de sua persona poética.

Ao considerar imprescindível ponderar o papel de todos os envolvidos nessa relação – autor, eu poético, texto e leitor –, sua análise aponta novos caminhos para a compreensão da questão.

Informações adicionais

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    • Altura: 21,00 cm
    • Largura: 14,00 cm